O
animal corria.
As
crinas ao vento.
Um
espetáculo.
Ela
gritava: Alasã, Alasã, Alasã.
Parecia
surda a égua.
Ou
louca.
Era
o vento na planície.
O
animal em disparada.
Uma
corrida pra nada.
Tantos
anos e não chegou o esquecimento.
Tantos
anos e o sonho acabou não morrendo.
A
escritora, a égua valente,
um
pedaço de terra...
E
um sonho pendente.
sonia delsin

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